Sistemas Fixos de Combate a Incêndio em Cozinhas Industriais e Comerciais – CO2 e Saponificante

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Quando da ocorrência de sinistro em cozinhas industriais ou comerciais, a ação, prevista e planejada, deve ocorrer rapidamente a fim de minimizar os danos e impedir a propagação do incêndio.

Nosso parceiro, a Narezzi, desenvolve projetos  de sistemas fixos de combate a incêndio seguindo os protocolos das principais normas vigentes no Brasil, além das recomendações dos fabricantes dos equipamentos de combate, complementarmente apoia-se na literatura especializada e na grande experiência de seus profissionais.

FUNCIONAMENTO DO SISTEMA FIXO DE COMBATE A INCÊNDIOS – MODO INDEPENDENTE

Estrategicamente, os sistemas fixos de combate a incêndio agem nos dutos de transporte dos efluentes do processo de cocção, utilizando como agente extintor o gás CO² que cria no interior dos dutos uma atmosfera com baixíssima quantidade de oxigênio, de modo que não haja possibilidades de propagação e que o fogo seja extinto por abafamento.

Nas coifas e nos equipamentos de cocção, o agente extintor é um saponificante úmido que em contato com o ar, reage formando uma densa camada de espuma, eliminando o oxigênio sob o saponificante, extinguindo o incêndio, eliminando as fontes de irradiação de calor, abaixando a temperatura das superfícies expostas ao fogo, protegendo os equipamentos e consequentemente, melhorando a sensação térmica do ambiente.
Todo esse processo acontece rapidamente, de forma eficaz e muito eficiente.

INFOGRÁFICO DO FUNCIONAMENTO DO SISTEMA FIXO DE COMBATE A INCÊNDIOS

FUNCIONALIDADES DO SISTEMA

Temporizador de 0 a 60 segundos para solenoides de disparo de gás CO²;
Saída para desligamento de equipamentos;
Possui sistema que detecta a existência real de fogo e envia comando elétrico para o fechamento dos dampers corta fogo;
Dispositivo automático para desligamento do sistema de ventilação, exaustão e ar condicionado (que deverão estar intertravados);
Comando para fechamento da válvula solenoide de alimentação do gás combustível;
Sirene de alarme para evacuação da área e, após período de retardo regulável, comandará o disparo do gás CO².
Detectores de vazamento de gás e comando para fechamento da válvula solenoide da rede do gás combustível;
A detecção automática do incêndio nos dutos poderá ser feita com termostatos tipo sonda PT100 ligados a controladores digitais de temperatura “Setpoint” reguláveis. Como ação preventiva, minimizando os riscos de ocorrência de sinistro, a NAREZZI desenvolveu um Pré-alarme de Temperatura Perigosa que permite a tomada de decisões estratégicas, evitando o disparo do sistema e os consequentes problemas como a parada da loja e os custos com a recarga de cilindros, limpeza e o estresse, geral.
Alternativamente, também poderá ser implantado  no sistema, detectores de temperatura fixa com limite máximo – “Setpoint”  144°C conforme recomendação das normas.

Escopo de Fornecimento

  1. Projeto executivo de montagem composto por:
  • Elaboração das plantas baixas com locação de pontos de proteção, cortes e isométrico.
  • Anotação de responsabilidade técnica.

2. Materiais para a instalação

3. Mão de obra para montagem:

Os serviços serão executados em dias e horários a serem ajustados, realizados por profissionais qualificados, devidamente uniformizados, identificados, portando os EPIs necessários às atividades, equipados com ferramentas apropriadas que garantam a segurança dos funcionários e a qualidade aos serviços executados.

4. Start-Up:

Após a conclusão dos serviços prestados, nossa equipe estará à disposição para executar testes de funcionamento (com ou sem descarga do agente exterior) e simulação dos sistemas para confirmação da atuação, conforme as especificações do projeto, bem como orientação ao departamento de manutenção quanto aos procedimentos de inspeção e manutenção preventiva.

A dúvida cruel: Ventilador ou Ar-Condicionado?

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Os ventiladores costumam ser os preferidos dos consumidores. Porém, por não serem equipamentos que combatem totalmente as altas temperaturas, algumas pessoas investem um pouco mais e optam pelos aparelhos de ares-condicionados.

Sol, dias quentes, roupas leves, o que mais podemos querer além de sombra e água fresca? Ventiladores e ares-condicionados! Isso mesmo! Devido às sensações térmicas fortíssimas que temos enfrentado nos últimos tempos, só esses benditos eletrodomésticos podem nos salvar. Existem os fãs dos ventiladores, que preferem algo mais leve e que não cause um choque térmico tão grande, mas também existem os admiradores do ar condicionado. E por aí começam as diversas opiniões sobre prós e contras. Consumo, instalação, manutenção e outras infinidades podem render horas de conversa. É por este motivo, que resolvemos falar desses aparelhos. Os ventiladores costumam ser os preferidos dos consumidores por terem baixo valor no mercado, fácil instalação, consumo de energia pequeno e por não terem, praticamente, a necessidade de manutenção periódica. Porém, por não serem equipamentos que combatem totalmente as altas temperaturas, algumas pessoas investem um pouco mais e optam pelos aparelhos de ares-condicionados. Mas ao contrário dos ventiladores, o preço para aquisição do aparelho e instalação é alto, além do aumento de consumo de energia elétrica.

Segundo o site Guia Ventiladores, um ventilador de 45W de potência – capacidade mais comum destes aparelhos, utilizado 8 horas por dia durante todo o mês, o consumo médio será de 10,8 KWh/mês. Já um ar condicionado do tipo Split, de 7.500 BTU e 770W de potência, com essa mesma rotina de uso, consumirá 184,8 KWh/mês. Tirando as questões de consumo, também temos problemas quanto à instalação. No ar condicionado, por exemplo, é necessário que um técnico especializado o faça. Infelizmente nem todos os técnicos sabem realmente como proceder corretamente, e uma falha na instalação pode acarretar mais gastos para o consumidor. Para garantir que esses tipos de produtos funcionem de forma adequada, consumam de fato o que devem consumir e sejam instalados corretamente, foram elaboradas normas técnicas que abrangem os mais variados aspectos. Normas para o setor As normas técnicas estão presentes em nosso dia a dia em tudo que nos cerca. E não seria diferente com os eletrodomésticos do setor. A ABNT possui um Comitê responsável por fazer a elaboração dessas normas: o Comitê Brasileiro de Refrigeração, ar-condicionado, ventilação e aquecimento (ABNT/CB-055). O ABNT/CB-055 foi criado por iniciativa da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), que obteve da ABNT o reconhecimento da necessidade de um organismo de normalização exclusivamente dedicado ao setor, até então, no âmbito de um Subcomitê do Comitê Brasileiro de Má- quinas e Equipamentos Mecânicos (ABNT/CB-004).

A Abrava foi fundada em 1962 e ao longo de sua história tornou-se referência para fabricantes de equipamentos, projetistas, instaladores e mantenedores de sistemas, além de comerciantes varejistas de peças e componentes de todo o País. Como representante do setor no Brasil, a entidade desenvolve e participa de uma série de iniciativas relacionadas a questões de interesse das companhias e dos profissionais que atuam na área, como inovação tecnológica e empresarial, capacitação profissional, normalização, promoção de exportações, eficiência energética, preservação ambiental e valorização da saúde e da qualidade de vida, entre muitas outras. “A Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), promove o desenvolvimento tecnológico e competitivo do setor no País. Suas ações técnico-comerciais são possíveis graças à interação que com que as desenvolve em perfeita sinergia com a ABNT, através dos Comitês e Comissões de Estudos Especiais. Os resultados são percebidos e reconhecidos legitimamente não somente pelos profissionais do setor, mas também pelas Associações e Institutos Internacionais com os quais mantém constantes e ativos acordos de cooperação.”, afirma o presidente da ABRAVA, Arnaldo Basile Jr.

No ABNT/CB-004 foram iniciadas Normas importantes para o setor, como: TB-01 Terminologia usada em condicionamento de ar (1945) evolução da NB-10 (1978); ABNT NBR 6401 (1980) – Instala- ções Centrais de Ar-condicionado para Conforto, ABNT NBR 14518 (2000) – Ventilação para cozinhas profissionais, e outras normas elaboradas antes da formação do ABNT/CB-055. A partir de sua criação, o ABNT/ CB-04 transferiu as seguintes Comissões de Estudos: ABNT/CE-04:008.04 – Ar-Condicionado Comercial e Central; ABNT/CE-04:008.06 – Refrigeração industrialABNT/CE-04:008.08 – Ventila- ção Industrial; ABNT/CE-04:008.11 – Compressores para Refrigeração; ABNT/CE-04:008.13 – Componentes para refrigeração, Ventilação e Condicionador de Ar; ABNT/CE-04:008.16 – Equipamento de refrigeração, Ventilação e Condicionamento de Ar; ABNT/CE-04:008.17 – Sistemas de Exaustão de Cozinhas Comerciais e Industriais. O ABNT/CB-055 foi formalmente instalado em maio de 2003. Está sob a responsabilidade da Abrava, que é a sede e a secretaria do Comitê. É coordenado pelo Sr. Oswaldo de Siqueira Bueno, que organiza com o setor o planejamento dos trabalhos de normalização. Segundo Oswaldo, a norma representa um conhecimento bem documentado e com resultados conhecidos, que irão ajudar os profissionais, no seu trabalho a assegurar um bom resultado em seus projetos, instalações, operações e manutenções.

“Normas são fundamentais no presente para orientar os trabalhos atuais, mas não devemos esquecer que podem explicar muito do que aconteceu no passado e ainda é usado”. PANORAMA DO ABNT/CB-055 Quantidade de normas publicadas 42 Normas em revisão 15 Fique atento! Uma dica muito importante para o consumidor é que ao adquirir qualquer um desses produtos, verifique se o mesmo é fabricado conforme as normas técnicas vigentes e possui certificação. Lembrando que o barato sai caro e não vale a pena! O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) publicou, dia 18 de janeiro, a Portaria Nº 20/2012 que regulamenta a certificação compulsória dos ventiladores de mesa. A exemplo do que já ocorre com refrigeradores, condicionadores de ar, veículos, edifícios e ventiladores de teto, entre outros, ventiladores de mesa, parede, pedestal e circuladores de ar com diâmetro da hélice entre 26 e 60 cm serão classificados quanto à eficiência energética e terão de cumprir requisitos técnicos de segurança. A partir do resultado de aná- lises em seis produtos, realizadas pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) durante o período de consulta pública, no fim de 2009, o Inmetro decidiu fazer alterações nas regras. Os ventiladores de mesa, parede, pedestal e circuladores de ar também passaram a receber a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), que classifica os aparelhos em faixas de “A” (mais eficiente) a “D” (menos eficiente), como já ocorre com os ventiladores de teto, por exemplo, cujo programa está em vigor desde 2008. O Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) é um programa coordenado pelo Inmetro. Fazem parte dele, atualmente, mais de 40 programas de avaliação da conformidade que utilizam a etiquetagem para informar os consumidores sobre o desempenho dos produtos, principalmente quanto à eficiência no consumo de energia. Seus objetivos são a prestação de informações úteis para os consumidores, de forma a influenciar uma decisão de compra mais consciente, além de estimular o processo de melhoria contínua da indústria. A ABNT Certificadora, desde 2011, participa ativamente da certificação de produtos elétricos, inicialmente pela Portaria 371:2009, do Inmetro, que tornou compulsó- ria a certificação de aparelhos eletrodomésticos, dentre eles os ventiladores. Ela certifica:
• Ar-condicionado Portátil;
• Ar-Condicionado Split, só no programa de Etiquetagem;
• Ventiladores;
• Aquecedores.

Coletâneas e Normas A ABNT possui uma coletânea que também fala sobre o assunto. Trata-se da Coletânea Eletrônica de Normas Técnicas – Ambiente de Trabalho. O documento estabelece os valores de iluminâncias médias mínimas em serviço para iluminação artificial em interiores, fixa os níveis de ruído compatíveis com o conforto acústico em ambientes diversos e estipula procedimentos e requisitos relativos às atividades de operação e manutenção, para melhoria dos padrões higiênicos das instalações de ar-condicionado e ventilação, contribuindo desta forma para a qualidade do ar. Para adquiri-la basta acessar o site ABNT Catálogo (www.abnt. org.br/catalogo). Parcerias e convênios Recentemente a ABNT assinou um acordo de cooperação com a American Society of Heating, Refrigerating and Air-Conditioning Engineers (ASHRAE), respeitada instituição americana que atua na área de aquecimento, refrigeração e ar-condicionado, por meio do qual a ASHRAE autoriza a ABNT a traduzir suas normas para o português e incorporá-las, integral ou parcialmente, em normas brasileiras, bem como a fazer referência a normas ASHRAE em normas brasileiras. Essa parceria foi originada por demanda do próprio setor no Brasil, que agora poderá se beneficiar das normas desenvolvidas pela ASHRAE.

Fonte: Boletim ABNT Janeiro / Fevereiro 2017 – Volume 14

Eficiência e Segurança em Sistemas de Ventilação de Cozinhas Profissionais

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Uma informação muito importante aos empreendedores da área gastronômica, é com relação ao sistema de exaustão de cozinhas profissionais.
Há algumas normas que regulam este segmento da Ventilação Industrial e a que trata da eficiência, questões higiênicas e de segurança é a NBR 14.518/2000.
É fundamental que a vazão e a perda de carga do sistema de exaustão estejam de acordo com as dimensões da coifa, o volume de ar que entrará na mesma e o arranjo da tubulação (seção, comprimento e singularidades).

Como todo o ar que é retirado de um ambiente precisa ser reposto, de forma natural ou mecanicamente, temos que pensar na insuflação da cozinha.
Para que não haja contaminação das áreas próximas à cozinha, com os cheiros característicos, devemos deixar a cozinha com a pressão negativa, insuflando de 10 a 15% menos ar, do que o volume retirado pela coifa.

Exaustores para Churrasqueira: Qual é o Ideal?

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Mesmo sendo os mais utilizados, exaustores axiais com transmissão direta não são indicados para churrasqueiras, pois o fluxo de ar contaminado por moléculas de gordura, torna-se combustível inflamável.
Ao passar pelo motor elétrico, que gera calor e faíscas elétricas, potencializa as possibilidades de um incêndio.
A alternativa mais econômica é o uso de axiais com transmissão indireta, pois o motor não tem contato com o fluxo de ar e é o recomendado pela norma que regula o uso de exaustores em Cozinhas Profissionais (14 518/2000, artigo 5.3.2).

Diferenças Entre o Aço Inox 304 e o Aço Inox 430

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Na hora do planejamento para a fabricação de coifas, dutos e outros produtos relacionados ao sistema de ventilação de cozinhas profissionais, uma questão está sempre presente: qual é o aço inoxidável que devemos usar: o 304 ou o 430?
Existem vários tipos de aços, cada qual com uma composição química, um processamento termo-mecânico e aplicações diferentes.
Afinal, qual é o mais adequado para as instalações das cozinhas profissionais?
O AISI 304 é um Aço Austenítico não magnético com pelo menos 18% de Cromo (Cr) e 8% de Níquel (Ni), elemento que lhe confere superioridade no que tange à sua propriedade anti-corrosiva em relação ao AISI 430, um aço ferrítico magnético com 16% de Cromo (Cr) e maior percentual de ferro na sua composição. Além da resistência maior à corrosão, o aço AISI 304 tem outras duas diferenças no comportamento: maior conformabilidade, aceitando maiores conformações (dobras) sem causar fadigas, nem alterações plásticas na sua apresentação e tem maior soldabilidade, característica que lhe confere maior resistência à ação do processo de soldagem, sem deixar pontos de vulnerabilidade à corrosão, o que o faz, portanto, ser o mais indicado para cozinhas profissionais.

Como Funcionam os Exaustores Eólicos

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Os Exaustores Eólicos utilizam para seu funcionamento o deslocamento das massas de ar atmosférico (vento em velocidade) que incidem no globo do exaustor, fazendo com que o ar movimente as suas aletas e promova a exaustão da massa de ar quente gerada no ambiente interno, proporcionando uma exaustão ininterrupta do ar quente, acelerando a troca do ar interno e alterando a sensação térmica, porque com o aumento da circulação do ar, a massa de ar que atrita com a epiderme do usuário do ambiente, retira a umidade da pele que é transformada em vapor e é adicionada à massa de vapor d’água do ar, dissipando as moléculas de calor (energia térmica), gerando a sensação de bio conforto térmico com o aproveitamento dos recursos naturais, sem consumir energia elétrica.

Controle Eletornicamente os Sistemas de Ventilação

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Ao instalar o Controle Eletrônico de Processo (CEP) em Sistemas de Ventilação e Exaustão, você acrescenta algumas proteções: contra a falta de fase, a queda de tensão, o pico de tensão, proteção contra a baixa isolação do motor, dos cabos ou do próprio Controle Eletrônico e a proteção contra o pico de corrente na partida do motor que pode elevar em até 12 vezes o valor da corrente nominal.

São muitas as vantagens que o CEP pode trazer:
• Maior segurança elétrica do motor
• Baixo índice de manutenção
• Possibilidade de programação e automatização do processo
• Flexibilização na operação (controle da vazão e da pressão do Sistema)
• Aumento da vida útil do motor
• Eliminação de trancos na partida e na desaceleração do motor
• Redução do nível de ruído
• Economia de energia elétrica
• Eliminação do uso de correias e polias nos exaustores Limit Load
• Viabilidade de operar equipamentos trifásicos em rede monofásica, em motores com potência de até 5 cv

Cuidados a serem tomados para a instalação do CEP:

✓ Construir uma rede elétrica confiável e bem dimensionada, não devendo ficar aquém, nem além de 10%, da amplitude da tensão.
✓ O aterramento deve estar bem conectado ao motor e ao Controle Eletrônico e não deve ser maior que 5 ohm (norma IEC 536).
✓ Fixar adequadamente o Controle Eletrônico ao painel elétrico, evitando vibrações mecânicas.
✓ Circulação de ar adequada do painel elétrico.

Manutenções Corretivas, Preventivas e Preditivas

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(acima, algumas fotos mostrando a situação em que ficam as partes internas dos ventiladores, com sujeira acumulada por falta de limpeza periódica)

A importância da manutenção periódica em ventiladores

Programar manutenções periódicas nos ventiladores, sobretudo em ambientes comerciais e industriais, é de grande importância para o prolongamento da vida útil dos equipamentos, manutenção da saúde funcional e para a produtividade da equipe.
Em locais onde há uma grande concentração de poeira, gordura e outros poluentes, há uma tendência de se acumularem nas partes internas dos ventiladores, formando uma espécie de “cola” que, em um espaço de tempo relativamente curto, irá causar ruídos, sobrecarga nas engrenagens, isolamento elétrico, maior consumo de energia, travamento dos rolamentos, acionamento do protetor térmico, desbalanceamento de peças ou mesmo a queima dos motores.
Portanto, com cuidados simples é possível que prejuízos maiores sejam evitados no futuro.

Aspectos Culturais da Alimentação

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Um costume que pode ser considerado como uma regra universal da hospitalidade é que quando um anfitrião oferece comida, você come. É uma demonstração de confiança, um sinal de pertencimento. Recusar a refeição oferecida por alguém, é como se estivéssemos rejeitando a própria pessoa.

Entretanto, os hábitos alimentares cada vez mais seletivos da sociedade moderna ocidental podem adicionar obstáculos a esse costume social tão antigo, segundo reflexão de Pamela Duckerman em artigo para o Jornal New York Times.

Tendo vivido nos Estados Unidos e na França, a colunista compara as diferenças no que é visto como aceitável em relação aos hábitos alimentares e os diferentes papéis que a alimentação apresenta nos dois países.
Enquanto os americanos muitas vezes descrevem sua alimentação como “uma jornada individual de auto descoberta, na qual cada pessoa tenta descobrir, com o tempo e a experiência, qual seu perfil nutricional, para assim satisfazê-lo”, os franceses veem a alimentação, antes de mais nada, como uma atividade coletiva. Para eles, “comer não tem o propósito único de nutrir biologicamente o corpo, mas também e acima de tudo, nutrir os laços sociais”, cita a escritora.

Outra afirmação interessante da articulista é que, dietas seletivas, não necessariamente, são melhores para a saúde, pois elas raramente funcionam e para perder peso você deve se exercitar mais, comer menos e moderadamente, uma variedade de alimentos de alta qualidade e prestar atenção para saber se realmente você está com fome [ou se é um impulso da gula, disfarçando carências e emoções].

Saiba mais sobre o assunto no livro: “Selective Eating: The Rise, the Meaning and Sense of Personal Dietary Requirements”, de Claude Fischler.

O que São Propriedades Organolépticas?

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Propriedades organolépticas são as características dos materiais que podem ser percebidas (e avaliadas) pelos sentidos humanos, como a cor, o brilho, a luz, o odor, a textura, a maciez, o som e o sabor.
Especialmente os alimentos são avaliados pelos exames organolépticos para verificar se estão em boas condições para o consumo.
Uma das características organolépticas mais avaliadas é a maciez da carne, gerando ganhos econômicos extras, por arroba comercializada.